Rubens Rusche

Diretor, produtor e tradutor, tem formação acadêmica em filosofia pela USP. Dedicou-se ao estudo do teatro de Beckett e da dramaturgia contemporânea desde sua estreia como diretor em 1986, com o espetáculo Katastrophé, que reuniu quatro peças curtas do autor (Eu Não, Comédia, Cadeira de Balanço e Catástrofe). Elogiado pela crítica, Katastrophé recebeu prêmios como o de melhor espetáculo paulista, melhor atriz (Maria Alice Vergueiro), cenografia (J. C. Serroni) e luz (Mário Martini). Em 1996, pela encenação de Fim de Jogo, recebeu o prêmio da APCA de melhor direção. Foram ainda premiados e indicados ao prêmio os atores Linneu Dias e Antonio Galleão, e o cenógrafo Márcio Aurélio (APCA). Dos mais polêmicos dramaturgos contemporâneos, destacaram-se suas encenações de Kaspar e K., inspiradas em Peter Handke, e Ânsia, de Sarah Kane, indicada a três prêmios Shell de 2003. Em 2007, com o espetáculo Crepúsculo, reunião de três peças curtas de Beckett (Solo, Passos e Improviso de Ohio) foi indicado ao Prêmio Shell de melhor direção. Dirigiu para o Ágora Teatro os espetáculos O Grande Inquisidor, de Dostoiévski, e Processo de Giordano Bruno, de Mario Moretti. Em 2013 produziu e dirigiu Oh, Os Belos Dias, de Samuel Beckett, com Sandra Dani e Luiz Paulo Vasconcellos.

Cursos já ministrados com Rubens Rusche


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