Dácio Nitrini

Entrou para o jornalismo no início dos anos 70. Nessa época atuava na imprensa alternativa, em jornais como Extra Realidade Brasileira, O Grilo e EX-. Foi repórter do semanário Aqui São Paulo, último jornal pertencente a Samuel Wainer. Em seguida trabalhou no O Estado de S. Paulo, como repórter de Geral, destacado para cobrir o renascente movimento estudantil na fase inicial da abertura política, quando cobriu a histórica invasão da PUC-SP. Na Rádio Globo, atuou como repórter e produtor do programa SP Zero Hora, dirigido por Goulart de Andrade, de onde se transferiu para o Globo Repórter, sendo repórter-editor de documentários. De volta à imprensa escrita, de 1980 a 1988, na Folha de S. Paulo exerceu as funções de repórter especial, editor de Cidades, secretário de redação, chefe da Agência Folha. Participou da chefia das coberturas da campanha Diretas Já e da morte de Tancredo Neves. A partir de 1988 voltou para o setor de telejornalismo. Participou da equipe que criou o TJBrasil, do qual foi diretor executivo, o primeiro telejornal a possuir um âncora com independência de opinião na TV brasileira. Sete anos depois, implantou esse mesmo projeto na TV Record, de onde saiu em 2005. Na TV Cultura paulista, dirigiu a cobertura eleitoral de 2006. Foi diretor de jornalismo da TV Gazeta-SP de 2010 a 2018. Diplomado pela Faculdade Cásper Líbero, foi professor da escola em 1985 e 1986. Ganhador do Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, é co-autor, com Edmilson Lucas da Silva, de Matar ou Morrer, autobiografia de um menor abandonado e coordenador da edição fac-similar do jornal EX-, publicada pela Imprensa Oficial de S. Paulo.

Cursos já ministrados com Dácio Nitrini


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