JÁ FOI
  • Informações
  • Início: 01/06/2019
  • Duração: 2 encontros
  • Dias: Sábado
  • Horário: das 11h às 16h
  • Valor: 2x de R$185,00
  • Observações: Das 11h às 13h e das 14h às 16h
 

Mente

Neuroeconomia: Desconstruir para (Re)Construir

Neurociência e tomada de decisões
com Claudia Feitosa-Santana

Atenção: este curso é ministrado presencialmente na Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo). Caso queira acompanhar via internet, consulte a área “Ao Vivo/ On-line” do site. A matrícula na turma presencial não possibilita o acesso à versão on-line do curso e vice-versa.

A neurociência debruça-se sobre processos de tomada de decisão das mais diversas naturezas, partindo de um pressuposto básico: o cérebro não é uma “entidade” sensitiva que decodifica o mundo de maneira objetiva e “realista”, mas é um órgão que recebe estímulos  e, a partir de um repertório individual de cada pessoa, reage, determinando uma ação A ou B, conforme o caso. Isso quer dizer que tudo aquilo que se considera lógico, racional e objetivo é, muitas vezes, ilógico, irracional e subjetivo. Um exemplo: diante do perigo, o impulso natural é fugir do perigo, recuando até a segurança. Isso não é racional, mas instintivo.

E o que isso tudo tem a ver com a neuroeconomia? A economia não é uma ciência exata, do tipo “1+1=2”, mas uma ciência humana baseada em premissas e em leituras subjetivas de fatos e análises destes. Como tal, a economia é influenciada pela percepção que cada um tem do mundo e da leitura que seu cérebro é capaz de fazer da possibilidade de riscos – não à toa, o mercado financeiro é impulsionado pela disposição de cada indivíduo expor-se a perder tudo ou não, conforme maior ou menor rentabilidade de seus papéis.

Os encontros mostram como a neurociência tem abordado, em estudos recentes, a tomada de decisão, a responsabilidade diante de riscos e os processos que afetam a tomada de decisão por indivíduos. Compreender o que acontece na menor escala ajuda a compreender porque decisões por vezes controversas são tomadas em escalas maiores, as da macroeconomia dos países. Quem decide é sempre um sujeito, e ele está vinculado ao modo como enxerga o mundo. 


Claudia Feitosa-Santana

Com pós-doutoramento em neurociências integradas pela University of Chicago, é doutora em neuroci...
  • 1
    01/06 Percepção e tomada de decisão: o que a neurociência sabe sobre como percebemos o mundo e como fazemos escolhas
    Das 11h às 13h


  • 2
    01/06 Tomada de decisão: desconstruindo alguns vieses para (re)construir melhores pensamentos e escolhas
    Das 14h às 16h


Especial

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