JÁ FOI
  • Informações
  • Início: 07/03/2013
  • Duração: 6 encontros
  • Dias: Quintas-Feiras
  • Horário: das 17h às 19h
  • Valor: 3x de R$260,00
 

Literatura e Escrita

Cores de Rosa

Um estudo sobre a ficção de Guimarães Rosa
com Adélia Bezerra de Meneses

O curso propõe uma leitura de quatro contos e do grande romance de Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas. Com um recorte da Teoria Literária e Literatura Comparada, com um viés ora psicanalítico, ora sociológico, e inspirado na Teoria das Cores de Goethe, o curso analisa questões fundamentais ao texto do autor, como a descoberta - e o tornar-se – aquilo que se é. 


Adélia Bezerra de Meneses

Doutora pela USP e pesquisadora do CNPq, lecionou Teoria Literária e Literatura Comparada na Unic...
  • 1
    07/03 “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, ou de como alguém se torna o que é
    Píndaro: “Torna-te aquilo que és”. O opus alquímico do protagonista, de seu quase aniquilamento até a realização final, quando atinge sua “hora e vez”, numa coincidência de opostos. O filme A Hora e a Vez de Augusto Matraga (Roberto Santos, 1965) e a trilha sonora composta por Geraldo Vandré


  • 2
    14/03 O “Recado do Morro”: a tessitura de uma canção
    “A história de uma canção a formar-se”, segundo Guimarães Rosa. O texto será apresentado com cores diferentes nas falas de cada personagem-recadeiro, de maneira a demonstrar o tecido (etimologicamente: o texto) que os recados tecem até a canção final do Poeta Laudelim, em que explode o arco-íris da plena expressão.


  • 3
    21/03 “Verde, Vermelho e Amarelo”: tudo era uma vez
    Estudo comparativo dos contos “Fita Verde no Cabelo”, de Guimarães Rosa, “Chapeuzinho Vermelho”, de Perrault, e “Chapeuzinho Amarelo”, de Chico Buarque. As diferentes visões dos autores: abordagem moralizante e pedagógica no conto de Perrault; viés metafísico no conto de Rosa; enfoque da eficácia simbólica da poesia, no conto de Chico Buarque. A psicologia das cores de Goethe.


  • 4
    04/04 “Dãolalalão” ou o “Cântico dos Cânticos” do Sertão
    A relação de um ex-jagunço e de uma ex-“militriz”, aferida ao amor arquetípico de Salomão e da Sulamita, o “Amado” e a “Amada” do Cântico dos Cânticos bíblico, criptografado ao longo da novela. Referências ao mundo grego: a Afrodite Pandêmia e os ecos da prostituição sagrada.


  • 5
    11/04 Grande Sertão: Veredas ou a psicanálise de Riobaldo
    O romance como uma “sessão psicanalítica” do protagonista, em que a longa fala do jagunço em busca desesperada de sentido para o vivido, dirigida ao “senhor da cidade”, o organiza, como ele reiteradamente repete. Os três encontros cruciais entre Riobaldo e Diadorim. O cuidado do autor na composição das cenas.


  • 6
    18/04 A passionalização da natureza em Grande Sertão: Veredas
    Gianbatistta Vico: no movimento de nomear que constitui fundamentalmente a poesia, efetiva-se uma projeção do corpo humano e das humanas paixões sobre a paisagem circundante. A orquestração das figurações da natureza a partir do poderoso impulso que atrai Riobaldo a Diadorim. Os rios como suporte da projeção da paixão avassaladora dos protagonistas.


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