JÁ FOI
  • Informações
  • Data 21/10/2019
  • Duração: 1 encontro
  • Dia: Segunda-Feira
  • Horário: das 20h às 22h
  • Valor: R$ 0,00
  • Observações: Inscrições gratuitas pelo site, exclusivamente. Vagas limitadas e sujeitas à lotação do espaço.
 

Aula aberta

A Moderna Teoria Monetária

com André Roncaglia

Atenção: este encontro é ministrado presencialmente na Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo).


Em O Tratado da Moeda, de 1930, John Maynard Keynes mostrou que o tipo de moeda emitida pelo Estado existe há, pelo menos, 4 mil anos – essa “moderna” teoria monetária, como debocharam alguns economistas pós-keynesianos, não é nem moderna, nem teoria, mas uma descrição de como os Estados emitem moeda, e como seu lastro se encontra na autoridade estatal. Em essência, a Moderna Teoria Monetária (MMT) defende que o Estado não enfrenta uma restrição financeira em países emissores de moeda soberana e cuja dívida pública esteja denominada nesta moeda. Ou seja, não faz sentido – no Brasil, por exemplo – dizer que acabou o dinheiro do governo e que, por isso, os contingenciamentos são necessários. 


O encontro, com mediação dos economistas José Márcio Rego e Marina Liuzzi, apresenta um panorama da MMT, traçando as motivações, controvérsias e consequências desse debate que tem movimentado o cenário econômico pelo globo. A teoria defende haver espaço para maior flexibilidade na gestão das finanças públicas, de forma que ao Estado caberia não apenas ser o emprestador de última instância (na figura do Banco Central), mas também o Empregador de Última Instância (por meio do orçamento do Tesouro), garantindo emprego a toda a população economicamente ativa. Se o limite é a ocorrência da inflação, existe um espaço entre uma economia restrita por dívida e uma economia no penhasco inflacionário, dentro do qual é possível o Estado continuar se financiando – é possível impor uma restrição financeira deliberada sem perigo de o Estado se endividar, mantendo o crescimento e o nível de emprego. O ponto central é: “a economia foi feita para seres humanos, ou seres humanos foram feitos para a economia?” – leia-se, aqui, “mercado”. O foco da sociedade deve ser o máximo de emprego possível a todos os seus fatores humanos produtivos, não os níveis de preços.




André Roncaglia

Doutor em economia pelo Programa de Pós-Graduação em Economia do Desenvolvimento do Instituto de ...
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    21/10 A Moderna Teoria Monetária, com André Roncaglia
    Mediação José Márcio Rego


Aula aberta

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