• Informações
  • Início: 09/10/2019
  • Duração: 4 encontros
  • Dias: Quartas-Feiras
  • Horário: das 20h às 22h
  • Valor: 4x de R$185,00
 

Arte

Arte e Filosofia: O Século 20, das Vanguardas à Contracultura

A arte como pensamento e crítica de si mesma
com Donny Correia

Atenção: este curso é ministrado presencialmente na Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo). Caso queira acompanhar via internet, consulte a área “Ao Vivo/ On-line” do site. A matrícula na turma presencial não possibilita o acesso à versão on-line do curso e vice-versa.


Este curso propõe uma abordagem inédita para o entendimento da história e da estética da arte e da literatura ao longo do século 20, examinando correntes artísticas a partir do ponto de vista de seus realizadores. Das vanguardas históricas à contracultura da contemporaneidade, os encontros abordam questões inerentes ao processo de criação e difusão a partir de manifestos redigidos e difundidos por grupos de escritores, pintores e cineastas que revelam não somente um programa revolucionário de inovação criativa, mas também as urgências peculiares do próprio tempo e da própria arte no momento em que cada um desses textos foi pensado e difundido. 


Com isso, pretende-se evidenciar a relação entre a produção de arte, a história, o tempo e o estado de coisas envolvidos no pensamento daqueles que se colocaram como porta-vozes de uma ruptura artística. A cada encontro serão apresentados trechos de alguns dos manifestos mais importantes dos últimos 100 anos, analisando em minúcia o pensamento vigente em cada período, a retórica literária dos textos e ilustrados com as obras de arte de cada momento.


Donny Correia

Doutor e mestre em estética e história da arte pela USP e crítico de cinema. Também é escritor e ...
  • 1
    09/10 A arte é política? Ou precisa ser? Introdução ao conceito de manifesto. Marx Vs. Marinetti, o embate dos conceitos políticos pela arte. Manifestos dadaístas (Hugo Ball, 1916) e o Manifesto surrealista (André Breton, 1924)

  • 2
    16/10 O modernismo brasileiro de 1922 e seus desdobramentos: o Manifesto Antropofágico (Oswald de Andrade, 1928) e os manifestos da poesia concreta e neoconcreta

  • 3
    23/10 Esqueça Duchamp ou a pop-art: o Movimento Fluxus e a antiarte. Guy Debord, precursor de Maio de 1968: “Jamais trabalhe” e o manifesto Situacionista - a sociedade do espetáculo e a necessidade de resistir a ele

  • 4
    30/10 Como capturar o real? Metáforas da Visão (Stan Brakhage, 1962), Manifestos da videoarte e o cinema do Dogma 95


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