• Informações
  • Início: 27/11/2019
  • Duração: 4 encontros
  • Dias: Quartas-Feiras
  • Horário: das 20h às 22h
  • Valor: 4x de R$195,00
 

Ao Vivo | On-line

Visões da República na Arte do "Trecento" | On-line

Arte, filosofia e política
com Luiz Armando Bagolin

Atenção: o curso "ao vivo| on-line" é a transmissão via internet de um curso realizado presencialmente na Casa do Saber. Certifique-se de que seja essa a sua intenção e matricule-se na turma correta. A inscrição nas turmas virtuais não possibilita o acesso às turmas presenciais e vice-versa. Você pode assistir às aulas de onde estiver no momento exato em que acontecem, ou em até um mês após sua transmissão, quantas vezes quiser e quando quiser. Após esse prazo, no entanto, o vídeo da aula sai do ar irrevogavelmente.

O Palazzo Comunale de Siena (também chamado de Palazzo Pubblico) é um palácio italiano que serve de câmara municipal (ou prefeitura) àquela cidade toscana. Foi construído pelo governo da República de Siena, no início do século 14, como sede da Podestà e do Conselho dos Nove (fonte: Wikipedia). Os encontros buscam analisar o ciclo de afrescos pintados para a "Sala dos Nove" no Palácio Público de Siena, entre 1337 e 1340, por Ambrogio Lorenzetti (1290-1348) localizando as mensagens sobre política, bom governo e república presentes nas artes do mesmo período.

Desde pelo menos a década de 1950, diversos autores (Eve Borsook, Nicolai Rubinstein, W. Bowsky, Uta Feldges-Hening, Edna Southard, Lodovico Zdekauer, John Larner, dentre outros) têm interpretado este ciclo de afrescos como "alegorias" do bom e do mau governo segundo as ideias aristotélicas relidas por São Tomás de Aquino. Diversamente, Quentin Skinner, entre outros, sugeriu que estas pinturas poderiam ser lidas a partir das contribuições sobre retórica e sobre política transmitidas por autores, sobretudo italianos, da cultura assim chamada "pré-humanista". O curso pretende expor e confrontar estas direções, mantendo, contudo, o campo investigativo aberto, a fim de entender as complexas relações entre artes e política, e mais particularmente, entre artes e república.


Luiz Armando Bagolin

Filósofo, professor doutor do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB/...
  • 1
    27/11 Ambrogio Lorenzetti e as artes de seu tempo

  • 2
    04/12 A interpretação aristotélico-tomista das pinturas do bom e do mau governo

  • 3
    11/12 A contribuição "da cultura pré-humanista", a constituição de Siena de 1310

  • 4
    18/12 A arte como elevação em tempos de crise, o "momento maquiavélico" e as artes


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