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Para Entender o Oriente Médio Hoje

A partir da análise de diferentes interlocutores, o curso abordará aspectos centrais da política, tecnologia, cultura e relações sociais do Oriente Médio, abordando como os países da região se relacionam com as diferentes dinâmicas que atravessam o mundo contemporâneo. Dos elos entre tradição e radicalidade às unidades de pensamento religioso, a riqueza pela exploração petrolífera e as crises humanitárias, cada aula trabalhará um aspecto fundamental para uma interpretação e compreensão regional que seja contextualizada em suas complexidades e perspectivas globais, sobretudo isentas de estereótipos negativos.

R$ 749

ou em 12x de R$ 62,42

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Para Entender o Oriente Médio Hoje

A partir da análise de diferentes interlocutores, o curso abordará aspectos centrais da política, tecnologia, cultura e relações sociais do Oriente Médio, abordando como os países da região se relacionam com as diferentes dinâmicas que atravessam o mundo contemporâneo. Dos elos entre tradição e radicalidade às unidades de pensamento religioso, a riqueza pela exploração petrolífera e as crises humanitárias, cada aula trabalhará um aspecto fundamental para uma interpretação e compreensão regional que seja contextualizada em suas complexidades e perspectivas globais, sobretudo isentas de estereótipos negativos.

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Data do Início do Curso
de 10/9 a 4/10
Dia e horário do curso
segundas, quartas e sextas-feiras, das 20h às 21h30
Aulas ao Vivo
Aulas ao vivo

Plano de aula

AULA 1 | Islamismo, judaísmo e cristianismo: onde se encontram e se afastam estas três grandes religiões? – sexta-feira, 10 de setembro, das 20h às 21h30
Tanguy Baghdadi
O Oriente Médio é berço de três das principais religiões monoteístas do mundo (aquelas que acreditam na existência de um único deus): o catolicismo, o islamismo e o judaísmo. Juntas, essas três doutrinas abarcam mais de 50% de toda população mundial, caracterizando uma raiz de pensamento extremamente fincada com a história da região e de suas populações.
Independente de conflitos ou das fronteiras dos Estados nacionais, é possível traçar pelo prisma religioso um ponto de simultâneo encontro e desencontro, um nó que trata de assuntos caros à filosofia, fé, esperança e solidariedade.

AULA 2 | O que é o Orientalismo? A realidade do Oriente Médio além do que supomos – segunda-feira, 13 de setembro, das 20h às 21h30
Salem Nasser
Considerado um clássico dos estudos culturais, o livro “O Orientalismo”, de Edward Said, relacionou a expansão europeia dos séculos 19 e 20, assim como o imperialismo norte-americano, com os estudos e interesse pela cultura oriental, sobretudo dos países árabes. Atravessado por preconceitos e estereótipos, a constituição desses saberes circunscreveu uma forma de imaginar as populações orientais a partir da inferioridade e do exotismo; no entanto, de que forma esse imaginário tem impacto atualmente? Como ele interfere na maneira como compreendemos as culturas árabes?

AULA 3 | Petróleo e crises humanitárias: duas realidades diferentes na mesma região – quarta-feira, 15 de setembro, das 20h às 21h30
Victor Del Vecchio
Ao mesmo tempo que abriga as maiores reservas petróleo, centros comerciais e arranha-céus do mundo, o Oriente Médio também é palco de significativas crises humanitárias contemporâneas que são, entre inúmeros fatores, reflexo da grande instabilidade política da região. Embora sejam motivada por raízes diferentes e sofram interferências externas, os efeitos dessas crises tomam as notícias até hoje: retomada de poder pelo Talibã no Afeganistão, a decenária Guerra na Síria e seu impressionante número de refugiados, agressões entre israelenses e palestinos, a crise humanitária que toma palco no Iêmen, a luta pelo reconhecimento e existência do Curdistão, a crise político-econômica no Líbano e as recorrentes tensões iranianas em torno da pauta nuclear, entre outros.
Em meio a este cenário, não são raras as condições desumanas de trabalho e miséria, em oposição ao ouro, modernidade e ostentação que algumas pequenas camadas gozam. O objetivo desta aula, portanto, é discutir como se dá a coexistência, interação e tensão na vida no Oriente Médio dos dias de hoje.

AULA 4 | Estados Árabes: formação, história e desenvolvimento – sexta-feira, 17 de setembro, das 20h às 21h30
Arlene Clemesha
A fragmentação do Oriente Médio tem seu início com o fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Após um conflito que culminou em mais de 17 milhões de mortes, em 1922 a Liga das Nações impôs uma política colonialista sobre a região, defendendo interesses das nações vencedoras (França e Inglaterra, principalmente). Dentro dessa política estava o direito de controle e administração do atual Oriente Médio, em detrimento das inúmeras reinvindicações árabes por independência nacional.
Ao tomar como referência um ponto de vista histórico para a análise de um momento de simbiose entre o orientalismo, o neocolonialismo e as tentativas de autonomia árabes, esta aula apresentará como se deram as disputas e processos de formação nacional que tensionam, ainda hoje, a relação geopolítica no Oriente Médio.

AULA 5 | A imigração árabe para o Brasil – segunda-feira, 20 de setembro, das 20h às 21h30 
Diogo Bercito
Ao observarmos atentamente algumas figuras da política brasileira, não é incomum encontrarmos sobrenomes que remetam a uma origem árabe. A história do país, inclusive, tem proximidades com o Oriente Médio, seja pelo grande número de imigrantes recebidos ao longo do século 20 ou por aproximações comerciais e políticas diversas.
A partir de uma análise que busca esmiuçar as imigrações libanesas e sírias para o Brasil, o jornalista Diogo Bercito ministrará uma aula que destaca peças importantes para a constituição da identidade brasileira, assim como da história que movimentou uma das maiores ondas imigratórias do mundo.

AULA 6 | O Talibã e a crise do Afeganistão – quarta-feira, 29 de setembro, das 20h às 21h30
Tanguy Baghdadi
Nas últimas semanas, noticiários de todo o mundo foram tomados com a notícia de que o Talibã, grupo extremista que governou o Afeganistão entre 1996 e 2001 retornara ao poder do país, após duas décadas de invasão dos EUA. Entre a fuga do presidente local, a retirada de tropas estadunidenses, cenas desesperadoras da população local em ruas e aeroportos e o medo de um futuro incerto; há também um desconhecimento geral de como o Afeganistão chegou a tal crise e quais as reais intenções do Talibã.
A partir do olhar de Andrew Traumman, historiador e professor de Relações Internacionais, essa aula analisará como e em que condições surgiu o Talibã, como o Afeganistão se tornou uma peça central para a geopolítica mundial e quais as ameaças ou possibilidades que estão abertas após o levante do grupo fundamentalista na região.

AULA 7 | O judaísmo imaginário e seus usos na política – segunda-feira, 4 de outubro, das 20h às 21h30
Michel Gherman
O judeu imaginário é um conceito que se produziu nos anos 1930, em épocas de ameaças às conquistas do iluminismo e da modernidade. Junto dessa crença nasceram os projetos de um mundo sem judeus e sem liberdades, teorias que se tornaram práticas desumanas e acarretaram no nazismo, por exemplo.
Atualmente, em tempos marcados pela difusão de fake news e ameaças às liberdades, a ideia de um Israel imaginário parece substituir a do judeu imaginário, na medida em que grupos de diferentes espectros políticos parecem abraçar a mesma tese de que o Estado de Israel deve ser substituído por um país moldado conforme suas utopias particulares.
A partir disso são apagadas contradições e realidades complexas que dão espaço ao uso político de símbolos judaicos descolados de seus significados religiosos originais. O objetivo da aula, portanto, é verificar e estudar como o sionismo é trabalhado, contemporaneamente, sob perspectivas relativistas e enviesadas a partir de diferentes ideologias.

Plano de aula

AULA 1 | Islamismo, judaísmo e cristianismo: onde se encontram e se afastam estas três grandes religiões? – sexta-feira, 10 de setembro, das 20h às 21h30
Tanguy Baghdadi
O Oriente Médio é berço de três das principais religiões monoteístas do mundo (aquelas que acreditam na existência de um único deus): o catolicismo, o islamismo e o judaísmo. Juntas, essas três doutrinas abarcam mais de 50% de toda população mundial, caracterizando uma raiz de pensamento extremamente fincada com a história da região e de suas populações.
Independente de conflitos ou das fronteiras dos Estados nacionais, é possível traçar pelo prisma religioso um ponto de simultâneo encontro e desencontro, um nó que trata de assuntos caros à filosofia, fé, esperança e solidariedade.

AULA 2 | O que é o Orientalismo? A realidade do Oriente Médio além do que supomos – segunda-feira, 13 de setembro, das 20h às 21h30
Salem Nasser
Considerado um clássico dos estudos culturais, o livro “O Orientalismo”, de Edward Said, relacionou a expansão europeia dos séculos 19 e 20, assim como o imperialismo norte-americano, com os estudos e interesse pela cultura oriental, sobretudo dos países árabes. Atravessado por preconceitos e estereótipos, a constituição desses saberes circunscreveu uma forma de imaginar as populações orientais a partir da inferioridade e do exotismo; no entanto, de que forma esse imaginário tem impacto atualmente? Como ele interfere na maneira como compreendemos as culturas árabes?

AULA 3 | Petróleo e crises humanitárias: duas realidades diferentes na mesma região – quarta-feira, 15 de setembro, das 20h às 21h30
Victor Del Vecchio
Ao mesmo tempo que abriga as maiores reservas petróleo, centros comerciais e arranha-céus do mundo, o Oriente Médio também é palco de significativas crises humanitárias contemporâneas que são, entre inúmeros fatores, reflexo da grande instabilidade política da região. Embora sejam motivada por raízes diferentes e sofram interferências externas, os efeitos dessas crises tomam as notícias até hoje: retomada de poder pelo Talibã no Afeganistão, a decenária Guerra na Síria e seu impressionante número de refugiados, agressões entre israelenses e palestinos, a crise humanitária que toma palco no Iêmen, a luta pelo reconhecimento e existência do Curdistão, a crise político-econômica no Líbano e as recorrentes tensões iranianas em torno da pauta nuclear, entre outros.
Em meio a este cenário, não são raras as condições desumanas de trabalho e miséria, em oposição ao ouro, modernidade e ostentação que algumas pequenas camadas gozam. O objetivo desta aula, portanto, é discutir como se dá a coexistência, interação e tensão na vida no Oriente Médio dos dias de hoje.

AULA 4 | Estados Árabes: formação, história e desenvolvimento – sexta-feira, 17 de setembro, das 20h às 21h30
Arlene Clemesha
A fragmentação do Oriente Médio tem seu início com o fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Após um conflito que culminou em mais de 17 milhões de mortes, em 1922 a Liga das Nações impôs uma política colonialista sobre a região, defendendo interesses das nações vencedoras (França e Inglaterra, principalmente). Dentro dessa política estava o direito de controle e administração do atual Oriente Médio, em detrimento das inúmeras reinvindicações árabes por independência nacional.
Ao tomar como referência um ponto de vista histórico para a análise de um momento de simbiose entre o orientalismo, o neocolonialismo e as tentativas de autonomia árabes, esta aula apresentará como se deram as disputas e processos de formação nacional que tensionam, ainda hoje, a relação geopolítica no Oriente Médio.

AULA 5 | A imigração árabe para o Brasil – segunda-feira, 20 de setembro, das 20h às 21h30 
Diogo Bercito
Ao observarmos atentamente algumas figuras da política brasileira, não é incomum encontrarmos sobrenomes que remetam a uma origem árabe. A história do país, inclusive, tem proximidades com o Oriente Médio, seja pelo grande número de imigrantes recebidos ao longo do século 20 ou por aproximações comerciais e políticas diversas.
A partir de uma análise que busca esmiuçar as imigrações libanesas e sírias para o Brasil, o jornalista Diogo Bercito ministrará uma aula que destaca peças importantes para a constituição da identidade brasileira, assim como da história que movimentou uma das maiores ondas imigratórias do mundo.

AULA 6 | O Talibã e a crise do Afeganistão – quarta-feira, 29 de setembro, das 20h às 21h30
Tanguy Baghdadi
Nas últimas semanas, noticiários de todo o mundo foram tomados com a notícia de que o Talibã, grupo extremista que governou o Afeganistão entre 1996 e 2001 retornara ao poder do país, após duas décadas de invasão dos EUA. Entre a fuga do presidente local, a retirada de tropas estadunidenses, cenas desesperadoras da população local em ruas e aeroportos e o medo de um futuro incerto; há também um desconhecimento geral de como o Afeganistão chegou a tal crise e quais as reais intenções do Talibã.
A partir do olhar de Andrew Traumman, historiador e professor de Relações Internacionais, essa aula analisará como e em que condições surgiu o Talibã, como o Afeganistão se tornou uma peça central para a geopolítica mundial e quais as ameaças ou possibilidades que estão abertas após o levante do grupo fundamentalista na região.

AULA 7 | O judaísmo imaginário e seus usos na política – segunda-feira, 4 de outubro, das 20h às 21h30
Michel Gherman
O judeu imaginário é um conceito que se produziu nos anos 1930, em épocas de ameaças às conquistas do iluminismo e da modernidade. Junto dessa crença nasceram os projetos de um mundo sem judeus e sem liberdades, teorias que se tornaram práticas desumanas e acarretaram no nazismo, por exemplo.
Atualmente, em tempos marcados pela difusão de fake news e ameaças às liberdades, a ideia de um Israel imaginário parece substituir a do judeu imaginário, na medida em que grupos de diferentes espectros políticos parecem abraçar a mesma tese de que o Estado de Israel deve ser substituído por um país moldado conforme suas utopias particulares.
A partir disso são apagadas contradições e realidades complexas que dão espaço ao uso político de símbolos judaicos descolados de seus significados religiosos originais. O objetivo da aula, portanto, é verificar e estudar como o sionismo é trabalhado, contemporaneamente, sob perspectivas relativistas e enviesadas a partir de diferentes ideologias.

COM QUEM VOU APRENDER?

Arlene Clemesha
Professora de História Árabe da USP e comentarista do Jornal da Cultura.



Diogo Bercito
Jornalista. É doutorando em história na Universidade Georgetown (EUA).



Michel Gherman
Historiador. Graduado pela UFRJ, mestre em Antropologia e Sociologia pela Hebrew University Of Jerusalem, em Israel, e doutor pelo Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRJ.



Salem Nasser
Professor de direito da FGV SP. É doutor em Direito Internacional pela USP e graduado em Direito pela PUC-SP. É coordenador do Centro de Direito Global e Desenvolvimento da FGV Direito SP.



Tanguy Baghdadi
Mestre em Relações Internacionais pela PUC-Rio. É professor da Universidade Veiga de Almeida, do Ibmec e do Clipping CACD. Fundador e criador de conteúdo do podcast Petit Journal e comentarista de política internacional da Globonews.



Victor Del Vechio
Educador, advogado e Consultor Jurídico para a Organização Internacional para as Migrações (OIM).



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Perguntas frequentes

Todas as aulas estarão dentro de nossa plataforma online do curso chamada Nutror. No dia e horário das aulas, o professor estará ao vivo, mas tudo será gravado e ficará disponível para você assistir online na hora que quiser – basta ter acesso à internet. Assim que você se inscrever já recebe login e senha para acessar a plataforma de ensino. 

Todas as aulas ocorrerão ao vivo às segundas-feiras. A primeira aula acontece no dia 10 de setembro e, as demais, nas segundas-feiras seguintes. Não tem problema nenhum se não for possível ver alguma aula ao vivo. Todas ficarão gravadas para você ver quando quiser. 

As videoaulas poderão ser vistas e revistas quantas vezes você quiser por um período de 3 meses. 

Sim, todos os participantes que quiserem receberão o certificado. 

Você pode realizar o pagamento com boleto ou cartão de crédito. 

Sim. Basta trocar a bandeira do país onde foi emitido seu cartão na página do checkout, no alto, à direita. Se seu cartão foi emitido no Brasil, a bandeira do Brasil já estará lá. Mas se foi emitido nos EUA, por exemplo, troque pela bandeira dos EUA. 

Não. O sistema de pagamento só permite o parcelamento com cartão de crédito. Você pode parcelar em até 10 vezes sem juros.

Após a primeira aula em 10 de setembro, você tem um prazo de 7 dias para pedir reembolso do que já pagou. Caso comece a assistir o curso e entenda que ele não é adequado para você, basta enviar um e-mail para suporte@casadosaber.com.br dentro do prazo de 7 dias que providenciaremos a devolução de 100% do seu dinheiro. 

Basta enviar um e-mail para suporte@casadosaber.com.br que responderemos o mais rápido possível. 

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Todas as aulas ocorrerão ao vivo às segundas-feiras. A primeira aula acontece no dia 10 de setembro e, as demais, nas segundas-feiras seguintes. Não tem problema nenhum se não for possível ver alguma aula ao vivo. Todas ficarão gravadas para você ver quando quiser. 

As vídeo-aulas poderão ser vistas e revistas quantas vezes você quiser por um período de 3 meses.

Sim, todos os participantes que quiserem receberão o certificado.

Você pode realizar o pagamento com boleto ou cartão de crédito.

Sim. Basta trocar a bandeira do país onde foi emitido seu cartão na página do checkout, no alto, à direita. Se seu cartão foi emitido no Brasil, a bandeira do Brasil já estará lá. Mas se foi emitido nos EUA, por exemplo, troque pela bandeira dos EUA.

Não. O sistema de pagamento só permite o parcelamento com cartão de crédito. Você pode parcelar em até 12 vezes. Os juros incluídos no parcelamento são cobrados pela empresa que processa os pagamentos. 

Após a primeira aula em 04 de novembro, você tem um prazo de 7 dias para pedir reembolso do que já pagou. Caso comece a assistir o curso e entenda que ele não é adequado para você, basta enviar um e-mail para suporte@casadosaber.com.br dentro do prazo de 7 dias que providenciaremos a devolução de 100% do seu dinheiro. 

Basta enviar um e-mail para suporte@casadosaber.com.br que responderemos o mais rápido possível. 

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