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Para entender Winnicott
Desenvolvimento humano, estilo clínico e vida criativa

O curso pretende apresentar uma leitura introdutória de Winnicott que contemple seus principais conceitos e contribuições para a teoria e clínica psicanalítica, mas que não deixe de se atentar de maneira crítica para o contexto histórico, político e geográfico que tanto ajudam em sua compreensão como lhes servem também de  limitações.  Através  dessa  leitura,  propõe-se  escapar  de  certa  tradição paroquial  de  assimilação  do  autor,  colocando-o  lado  a  lado  e  em  diálogo  e tensionamento  com  autores,  psicanalistas  ou  não,  que  outrora  foram  postos como  meros  antecessores  ou  mesmo  rivais.  Dessa  forma,  o  psicanalista  que tende  a  se  consolidar  como  aquele  que  falou  especificamente  sobre  bebês  e suas mães torna-se um observador perspicaz do fenômeno humano não apenas exclusivo  a  seu  desenvolvimento  e  relacionalidade,  circunstanciado  à  díade mãe-bebê, mas também em seus aspectos éticos e políticos.

O legado das ideias de Donald Woods Winnicott (1896-1971) ainda inspira juízos bastante  extremadas,  classificando-o  ora  como  o  mais  criativo  entre  os  pós-freudianos ou como o propositor de uma teorização e uma clínica adaptativa e refém  do  desenvolvimentismo  psicológico.  Antes  de  tudo,  Winnicott  fez  a  si próprio  e  a  partir  de  seus  pacientes  uma  questão  que  ocupa  a  filosofia  desde seus primeiros lances: o que faz uma vida criativa? O que a psicanálise tem a ver  com  isso?  E  para  esboçar  suas  respostas,  olhou  e  escutou  bebês  e  seus cuidadores,   seja   em   sua   clínica   pediátrico-psicanalítica   ou   os   pacientes severamente traumatizados de seu divã. O que o psicanalista inglês obteve foi uma série de novas e complexas reflexões (como os fenômenos transicionais, o espaço potencial, o verdadeiro e o falso self) que inspiram psicanalistas e outros profissionais até hoje, e cada vez mais.

R$ 549

ou em 12x de R$ 45,75

Fazer Inscrição
Para entender Winnicott
Desenvolvimento humano, estilo clínico e vida criativa

O curso pretende apresentar uma leitura introdutória de Winnicott que contemple seus principais conceitos e contribuições para a teoria e clínica psicanalítica, mas que não deixe de se atentar de maneira crítica para o contexto histórico, político e geográfico que tanto ajudam em sua compreensão como lhes servem também de  limitações.  Através  dessa  leitura,  propõe-se  escapar  de  certa  tradição paroquial  de  assimilação  do  autor,  colocando-o  lado  a  lado  e  em  diálogo  e tensionamento  com  autores,  psicanalistas  ou  não,  que  outrora  foram  postos como  meros  antecessores  ou  mesmo  rivais.  Dessa  forma,  o  psicanalista  que tende  a  se  consolidar  como  aquele  que  falou  especificamente  sobre  bebês  e suas mães torna-se um observador perspicaz do fenômeno humano não apenas exclusivo  a  seu  desenvolvimento  e  relacionalidade,  circunstanciado  à  díade mãe-bebê, mas também em seus aspectos éticos e políticos.

O legado das ideias de Donald Woods Winnicott (1896-1971) ainda inspira juízos bastante  extremadas,  classificando-o  ora  como  o  mais  criativo  entre  os  pós-freudianos ou como o propositor de uma teorização e uma clínica adaptativa e refém  do  desenvolvimentismo  psicológico.  Antes  de  tudo,  Winnicott  fez  a  si próprio  e  a  partir  de  seus  pacientes  uma  questão  que  ocupa  a  filosofia  desde seus primeiros lances: o que faz uma vida criativa? O que a psicanálise tem a ver  com  isso?  E  para  esboçar  suas  respostas,  olhou  e  escutou  bebês  e  seus cuidadores,   seja   em   sua   clínica   pediátrico-psicanalítica   ou   os   pacientes severamente traumatizados de seu divã. O que o psicanalista inglês obteve foi uma série de novas e complexas reflexões (como os fenômenos transicionais, o espaço potencial, o verdadeiro e o falso self) que inspiram psicanalistas e outros profissionais até hoje, e cada vez mais.

R$ 549

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Data do Início do Curso
de 18/11 a 16/12
Dia e horário do curso
quintas-feiras, das 20h às 22h30
Aulas ao Vivo
Aulas ao vivo

Plano de aula

Aula 1 – Winnicott, seu lugar e seu momento histórico (ou: as questões que Winnicott fez e tentou responder).
Quem foi Donald Winnicott? Em que momento histórico-geográfico e político gestou-se este psicanalista? Durante sua formação psicanalítica, quem foram suas principais influências teórico-clínicas e em quem procurava se inspirar e se diferenciar? Estas questões e seus esboços de resposta serão formuladas de modo a atentarmos para uma maior densidade nas proposições conceituais winnicottianas na medida em que ilustram as problemáticas que o autor buscou responder e assim avançar suas contribuições.

Aula 2 – O desenvolvimento emocional primitivo e suas vicissitudes
Winnicott costuma ser reconhecível por alguns conceitos-chave, e nesta aula pretendo expor as principais conquistas do bebê na primeira infância, quais sejam, a integração, a personalização e a realização, pertinentes ao que o psicanalista nomeou como desenvolvimento emocional primitivo. Será oferecida uma leitura crítica desta conceituação desenvolvimentista, na medida em que aqui se localiza tanto um dos feitos winnicottianos que mais o fizeram reconhecíveis à posteridade psicanalítica, o alinhamento da psicanálise à pediatria, quanto uma das características que mais afastam Winnicott da apropriação psicanalítica feita pelo pensamento transdisciplinar contemporâneo (por exemplo, a teoria crítica e a teoria queer): a integração e a aquisição da identidade como meta normativa do desenvolvimento. Será mesmo que Winnicott buscava, ao tentar compreender o desenvolvimento desde a primeira infância, promover a noção de um sujeito integrado, inteiro, livre de cisões e conflitos identitários? Que lugar sobra ao inconsciente e à impossibilidade da total integração contida neste conceito desde Freud?

Aula 3 – O bebê não existe: narcisismo primário, uso de um objeto e transicionalidade
Winnicott é também bastante conhecido por uma frase dita por ele em uma exposição de 1940: “não existe tal coisa como um bebê”. Com tal máxima, o psicanalista sintetizou aquilo que podemos chamar não exatamente de uma primazia do outro na psicanálise (como é característico da teorização de Jean Laplanche), mas talvez da primazia da relação. Um bebê não existe desacompanhado, não existe sem um ambiente que o recebe e acolhe e oferece-lhe o pano de fundo para que venha a tornar-se um sujeito. Porém, veremos por que mesmo esta descrição, por seus limites gramaticais, perde de vista o cuidado que Winnicott dedicou em suas reflexões à ideia de que o bebê não é um ente pré-determinado, como uma semente que sendo apenas regada e bem-nutrida (o que seria a função do ambiente) desenvolverá o que tem em estado germinal. O sujeito é o devir do encontro e de processos que, no pensamento winnicottiano, não parecem menos do que inquietantes: por exemplo, para poder estabelecer os limites – precários e sempre parciais – entre o que é o eu e o outro, o pré-sujeito precisa ao mesmo tempo destruir e ver sobreviver aquele outro que em sua fantasia era parte de si próprio.

Some-se a isto também sua contribuição mais longeva e frutífera na psicanálise, a percepção de que a separação entre o bebê e o ambiente ocorre mediado pelo uso de objetos transicionais, sob o pano de fundo da destruição e sobrevivência do objeto e da compreensão paradoxal da experiência. Dedicaremos boa parte desta aula para compreender estes fenômenos que se dão neste eixo paradoxal, na medida em que Winnicott se mostra tão mais criativo quanto menos perdemos de vista esta orientação de sua teoria.


Aula 4 – O que é e de onde surge a criatividade?
Se na proposição do desenvolvimento emocional primitivo vimos Winnicott convidar seus leitores a promoverem em seu nome um autor desenvolvimentista e identitarista, escapando da estranheza e da negatividade contida no inconsciente freudiano, o conceito de criatividade, em toda a sua inefabilidade, apresenta um desafio muito maior para a feitura deste Winnicott identitarista. Apesar de ter colocado insistentemente a questão – inédita na psicanálise até então – do que constitui uma vida criativa, Winnicott parece ter feito questão, algo bastante claro em seus textos tardios, de não ter avançado uma resposta que a esgotasse, e muito menos uma que se encaixasse em seu suposto esquema desenvolvimentista. Buscaremos refletir sobre o que significa a criatividade e por que a busca por sua conceituação pode considerada a pedra de toque da psicanálise winnicottiana, servindo também e incidentalmente como uma resposta contundente àqueles que vêem no psicanalista inglês o teórico da integração e da identidade, dado que a criatividade em nada tem a ver com essas ditas conquistas do desenvolvimento.

Aula 5 – O sujeito incognoscível e a ética do anonimato: o negativo em Winnicott
Na última aula do curso, retomaremos todos os fios puxados durante as quatro aulas anteriores para refletirmos finalmente sobre o sujeito que Winnicott avança em sua teoria psicanalítica. Relembrando que o psicanalista inglês é costumeiramente tido como o teórico do desenvolvimento da não-integração até a integração, sempre sob a égide de uma relacionalidade total, retomaremos um conceito pouco explorado até o momento pelos leitores de Winnicott, o incomunicável no cerne do sujeito, para propor que tanto o sujeito winnicottiano quanto a ética que se dele desprende enquanto expediente – e vista especialmente na clínica do autor – se baseiam naquilo que chamei de anonimato do sujeito. Como o anonimato essencial de cada sujeito, o negativo reencontrado na psicanálise winnicottianas, tem o potencial de avançar uma ética do limite na relacionalidade e na integração tão características de certa leitura da psicanálise winnicottiana, especialmente a que se consolidou no cenário nacional?

Plano de aula

Aula 1 – Winnicott, seu lugar e seu momento histórico (ou: as questões que Winnicott fez e tentou responder).
Quem foi Donald Winnicott? Em que momento histórico-geográfico e político gestou-se este psicanalista? Durante sua formação psicanalítica, quem foram suas principais influências teórico-clínicas e em quem procurava se inspirar e se diferenciar? Estas questões e seus esboços de resposta serão formuladas de modo a atentarmos para uma maior densidade nas proposições conceituais winnicottianas na medida em que ilustram as problemáticas que o autor buscou responder e assim avançar suas contribuições.

Aula 2 – O desenvolvimento emocional primitivo e suas vicissitudes
Winnicott costuma ser reconhecível por alguns conceitos-chave, e nesta aula pretendo expor as principais conquistas do bebê na primeira infância, quais sejam, a integração, a personalização e a realização, pertinentes ao que o psicanalista nomeou como desenvolvimento emocional primitivo. Será oferecida uma leitura crítica desta conceituação desenvolvimentista, na medida em que aqui se localiza tanto um dos feitos winnicottianos que mais o fizeram reconhecíveis à posteridade psicanalítica, o alinhamento da psicanálise à pediatria, quanto uma das características que mais afastam Winnicott da apropriação psicanalítica feita pelo pensamento transdisciplinar contemporâneo (por exemplo, a teoria crítica e a teoria queer): a integração e a aquisição da identidade como meta normativa do desenvolvimento. Será mesmo que Winnicott buscava, ao tentar compreender o desenvolvimento desde a primeira infância, promover a noção de um sujeito integrado, inteiro, livre de cisões e conflitos identitários? Que lugar sobra ao inconsciente e à impossibilidade da total integração contida neste conceito desde Freud?

Aula 3 – O bebê não existe: narcisismo primário, uso de um objeto e transicionalidade
Winnicott é também bastante conhecido por uma frase dita por ele em uma exposição de 1940: “não existe tal coisa como um bebê”. Com tal máxima, o psicanalista sintetizou aquilo que podemos chamar não exatamente de uma primazia do outro na psicanálise (como é característico da teorização de Jean Laplanche), mas talvez da primazia da relação. Um bebê não existe desacompanhado, não existe sem um ambiente que o recebe e acolhe e oferece-lhe o pano de fundo para que venha a tornar-se um sujeito. Porém, veremos por que mesmo esta descrição, por seus limites gramaticais, perde de vista o cuidado que Winnicott dedicou em suas reflexões à ideia de que o bebê não é um ente pré-determinado, como uma semente que sendo apenas regada e bem-nutrida (o que seria a função do ambiente) desenvolverá o que tem em estado germinal. O sujeito é o devir do encontro e de processos que, no pensamento winnicottiano, não parecem menos do que inquietantes: por exemplo, para poder estabelecer os limites – precários e sempre parciais – entre o que é o eu e o outro, o pré-sujeito precisa ao mesmo tempo destruir e ver sobreviver aquele outro que em sua fantasia era parte de si próprio.

Some-se a isto também sua contribuição mais longeva e frutífera na psicanálise, a percepção de que a separação entre o bebê e o ambiente ocorre mediado pelo uso de objetos transicionais, sob o pano de fundo da destruição e sobrevivência do objeto e da compreensão paradoxal da experiência. Dedicaremos boa parte desta aula para compreender estes fenômenos que se dão neste eixo paradoxal, na medida em que Winnicott se mostra tão mais criativo quanto menos perdemos de vista esta orientação de sua teoria.


Aula 4 – O que é e de onde surge a criatividade?
Se na proposição do desenvolvimento emocional primitivo vimos Winnicott convidar seus leitores a promoverem em seu nome um autor desenvolvimentista e identitarista, escapando da estranheza e da negatividade contida no inconsciente freudiano, o conceito de criatividade, em toda a sua inefabilidade, apresenta um desafio muito maior para a feitura deste Winnicott identitarista. Apesar de ter colocado insistentemente a questão – inédita na psicanálise até então – do que constitui uma vida criativa, Winnicott parece ter feito questão, algo bastante claro em seus textos tardios, de não ter avançado uma resposta que a esgotasse, e muito menos uma que se encaixasse em seu suposto esquema desenvolvimentista. Buscaremos refletir sobre o que significa a criatividade e por que a busca por sua conceituação pode considerada a pedra de toque da psicanálise winnicottiana, servindo também e incidentalmente como uma resposta contundente àqueles que vêem no psicanalista inglês o teórico da integração e da identidade, dado que a criatividade em nada tem a ver com essas ditas conquistas do desenvolvimento.

Aula 5 – O sujeito incognoscível e a ética do anonimato: o negativo em Winnicott
Na última aula do curso, retomaremos todos os fios puxados durante as quatro aulas anteriores para refletirmos finalmente sobre o sujeito que Winnicott avança em sua teoria psicanalítica. Relembrando que o psicanalista inglês é costumeiramente tido como o teórico do desenvolvimento da não-integração até a integração, sempre sob a égide de uma relacionalidade total, retomaremos um conceito pouco explorado até o momento pelos leitores de Winnicott, o incomunicável no cerne do sujeito, para propor que tanto o sujeito winnicottiano quanto a ética que se dele desprende enquanto expediente – e vista especialmente na clínica do autor – se baseiam naquilo que chamei de anonimato do sujeito. Como o anonimato essencial de cada sujeito, o negativo reencontrado na psicanálise winnicottianas, tem o potencial de avançar uma ética do limite na relacionalidade e na integração tão características de certa leitura da psicanálise winnicottiana, especialmente a que se consolidou no cenário nacional?

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Lucas Charafeddine Bulamah



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Não. O sistema de pagamento só permite o parcelamento com cartão de crédito. Você pode parcelar em até 12 vezes. Os juros incluídos no parcelamento são cobrados pela empresa que processa os pagamentos. 

Após a primeira aula em 04 de novembro, você tem um prazo de 7 dias para pedir reembolso do que já pagou. Caso comece a assistir o curso e entenda que ele não é adequado para você, basta enviar um e-mail para suporte@casadosaber.com.br dentro do prazo de 7 dias que providenciaremos a devolução de 100% do seu dinheiro. 

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